Continuando a série de posts sobre as melhores capas da Playboy no Brasil, vemos um período interessante. Ótimas capas, e outras horrorosas, o começo da Era das BBB e demais estrelas de reality shows.
Feiticeira - Joana Prado
A ideia de esconder o rosto de Joana Prado se mostrou acertada. Sua segunda capa 8 meses depois da primeira vendeu muito bem, também estando entre as 10 mais vendidas. Dessa vez, o ensaio ficou mais ousado, mas recebeu críticas pelas sombras.
Scheila Carvalho
Scheila colocou silicone (moda da época, talvez por causa da Feiticeira) e malhou bastante, e foi mostrar o resultado nessa capa da Playboy que dava diretamente o recado: ela estava inaugurando seus novos seios para os leitores. Edição fraca, salva só pelo ensaio.
Dany Bananinha
Hoje Ellen é Global, mas no começo de sua carreira ela dublava músicas no então renascido "Qual é a Música?" de Silvio Santos nas tardes de Sábado (e depois mudaram o horário 20 vezes) do SBT. Note como a Playboy já sacava quando a mulher era capa antes de ser, acertavam ainda o timing da estrela da capa.
Scheila Mello
Deborah Secco
Kelly Key
No auge do sucesso, a ex-mulher do Latino fez uma série de exigência para fechar o contrato da capa. Uma das exigências era que não haveria nú na capa, então a revista divulgou a foto dela de bikine. O ensaio estava fadado ao fracasso (em 2002 foram alguns desastres, principalmente do BBB) mas no conteúdo, Kelly não teve vergonha de mostrar nada, fechando o ano com chave de ouro.
Como podem ver, existe muita repetição... dançarinas do Tchan, alguma gostosa do programa do Huck e de vez em quando uma mina diferente, mas os ensaios eram diferentes, existia uma preocupação de fazer situações diferentes para agradar o leitor, e muitas vezes conseguiam. Pra ilustrar melhor, era algo muito mais bem feito do que essas repetições que vimos da Mulher Melância, que na minha opinião, ainda ficaram devendo em muito.
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